Falciforme Rock Band
terça-feira, 11 de novembro de 2014
quarta-feira, 29 de junho de 2011
A NÚMERO 1
Nada mais irritante para quem não está no meio da zona musical de um ensaio de um bando de adolescentes, o barulho de péssima qualidade de quem toca com todo ímpeto achando que está abafando. Os vizinhos que se danem, que suportem o som de ótimo gosto mas de péssima qualidade de execução e de equipamentos. Pai e mãe são obrigados a aturar mesmo, então, os pais de Bill Mendonça tinham mesmo que fazer cara de alegria enquanto ouviam o som de instrumentos de segunda linha. Pedestal para microfone? Nem sei o que era usado. Lembro-me apenas de uma "caixa de som" que usamos por uns dias: um altofalante dentro de um balde.
Em meio a todo esse improviso, entre adolescentes meio roqueiros ainda magros, existia alguém que já partia para área de festas da casa do Bill ao ouvir os primeiros sons. Tratava-se de Ana Paula Giesteira, a vizinha da casa da frente. Ela ouvia atentamente cada erro sem perceber nenhum e achava tudo lindo, tudo maravilhoso. Ali, naquele espaço, nasceu a Falciforme e, com ela, vem associada a primeira fã. Ser fã às vezes é estranho. É estar ali por reconhecer algo em alguém, mesmo que não haja muito a ser reconhecido. Ana se tornou amiga e como a vida dá voltas, posso falar que me tornei um grande fã dela também. Mas como os anos se passaram e a cabeça amadureceu bastante, sou admirador com convicções e sabendo exatamente porque me tornei um grande amigo dela.
Quem sabe o destino da Falciforme? Não há como prever, mas se um dia ela tiver uma legião de fãs, isso sempre terá como ícone o nome de Ana Paula Giesteira. A banda teve muitos admiradores desde então, mas nada se compara ao fato de se acreditar em pessoas que estavam apenas começando a entender o que era ser um grupo de música. Contra as circunstâncias, ela acreditou que daria certo. A primeira sempre será única.
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
Histórias das músicas - Formigas
Começou como "Como formigas no piquenique", depois passou a "Formigas no piquenique", e agora, simplesmente "Formigas". Juro que fiz todo esforço mental pra me lembrar a razão de ter escolhido esse título. Talvez meu velho amigo ou algumas das antigas amigas saibam pelo fato de eu ter citado algo na época.
A letra tem um ar pretensioso mas nem era pra soar assim. É, simplesmente, alguém com toda convicção dos seus sentimentos por alguém. É alguém que reconhece o seu valor, ou ao menos o valor do seu amor, que não foi correspondido. Alguém que insisite que uma relação só pode dar certo pra quem tenta (anos depois, Renato Russo diria "Só daria certo aos dois que tentam").
O amor não aconteceu. Ela não quis tentar, não quis arriscar. Assim, restou imaginar que um dia ela cairia em si, percebendo a perda, tamanha era a certeza de que o amor dado só faria bem. Se por um instante poderia haver um orgulho em aceitar de volta a mulher amada, o final da letra mostra o quanto demoramos a esquecer um grande amor, se é que esquecemos, e como estamos sempre dispostos a recebê-lo de volta por achar que nunca é tarde demais.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Algo Que Faz Bem - A primeira canção
Essa canção foi a 1ª canção composta pela parceria Cristiano de Souza Silva e Rodrigo de Mendonça Pereira em meados de 1995, a mesma permaneceu numa pastinha de letras que os mesmos guardavam. No início de 1996, ao folhear a referida pastinha, o então baterista da Falciforme, Victor Montez, considerou que essa poderia ser uma espécie de single da banda e tomou a iniciativa de trabalhar os arranjos da mesma.
Algo Que Faz Bem desde então passou a ser a música de trabalho da Falciforme, tendo sido gravada em três versões não muito diferentes e em três formações diferentes da banda, sendo que a mais recente foi em 2004, na pretensa gravação do que seria o álbum em que tal canção daria o nome.
Ouça essa canção no site:
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Um pouco de nossa história
A banda FALCIFORME surgiu no início do ano de 1996 como um quarteto de baixo/ voz, teclado, bateria e guitarra/ voz, sem maiores pretensões quanto à busca de uma carreira profissional. Atingiu sua formação, até então mais efetiva, em 1998 quando com a apresentação de um "TRIBUTO À LEGIÃO URBANA" bateu o record de público na Lona Cultural Hermeto Pascoal, em Bangu. Após esta apresentação, a FALCIFORME percorreu todo o estado do Rio de Janeiro ainda com o "TRIBUTO À LEGIÃO URBANA", modelo de apresentação o qual divulgou o nome da banda a nível estadual. No início do ano de 2000, a banda gravou sua primeira demo contendo 3 (três) músicas entre elas "Translucidez" que atingiu o quinto lugar em festival promovido pela rádio Costa Verde FM no qual participaram 829 bandas. No ano de 2001 a FALCIFORME fez a abertura de bandas "oitentistas" de renome, como por exemplo: Zero, Uns e Outros e Finis Africae. Neste mesmo ano a FALCIFORME lançou o projeto "Rock Contra a Fome" nas lonas culturais que em duas edições já arrecadou mais de uma tonelada de alimentos. No ano de 2004 iniciou a gravação do álbum "Algo que faz bem" terminado em 2005 e 2007 iniciou a gravação do álbum "Falciforme, Brócolis, Aveia e Mel", ainda não concluído.
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